Indra Group lança IndraMind para impulsionar a soberania tecnológica e a superioridade estratégica

A IndraMind reúne as capacidades de cibersegurança e ciberdefesa do grupo numa nova divisão que também integra uma plataforma de inteligência artificial avançada, soberana e ciber-resiliente, e toda a sua oferta de segurança integral
A nova divisão reforça a liderança da empresa na inovação e no desenvolvimento de soluções tecnológicas que colocam a Europa na vanguarda da transformação digital dos sistemas críticos
A sua oferta enriquecida de cibersegurança garante que todo o sistema e as comunicações entre os diferentes elementos sejam capazes de resistir, adaptar-se e recuperar-se diante de incidentes, garantindo a continuidade operacional
A apresentação da IndraMind em Portugal realiza-se hoje, 4 de março, no Portugal Digital Cyber eXperience
A Indra Group anuncia hoje o lançamento oficial da IndraMind em Portugal, no âmbito Portugal Digital Cyber eXperience, no Centro de Congressos do Estoril. A IndraMind, reúne as capacidades de cibersegurança e ciberdefesa do grupo numa nova divisão que também integra uma plataforma de inteligência artificial avançada, soberana e ciber-resiliente, e toda a sua oferta de segurança integral, destinada à proteção integral de cidadãos, territórios e de infraestruturas críticas, tanto físicas como digitais. Concebida para maximizar a automatização de operações críticas e garantir a superioridade em operações multidomínio, transforma o crescente volume de dados numa vantagem para decidir e agir com maior rapidez e precisão.
Hoje apresentada em Portugal, a IndraMind é uma plataforma que proporciona uma clara superioridade cognitiva, otimiza a tomada de decisões, oferece vantagem estratégica e capacidade de dissuasão perante ameaças. Desta forma, permite gerir conflitos híbridos com um elevado grau de autonomia a partir de uma visão integral da segurança e da defesa. Com uma arquitetura de camadas abertas, interoperável e segura, atua como tecido conjuntivo entre sistemas, com uma estrutura modular e escalável que permite implementar capacidades de acordo com as necessidades de cada ambiente operacional e evoluir acompanhando os avanços tecnológicos
A nova divisão reforça a liderança da empresa na inovação e no desenvolvimento de soluções tecnológicas que colocam a Europa na vanguarda da transformação digital dos sistemas críticos.
"O lançamento da IndraMind representa um passo decisivo rumo à superioridade estratégica e à soberania tecnológica europeia, constituindo a resposta a uma nova realidade que, através da nossa experiência, visa impulsionar de forma imediata essa soberania", afirma Vasco Mendes e Almeida, CEO da Indra Group em Portugal e nos PALOP.
Por sua vez, Ignacio Martínez, Diretor da IndraMind, descreve esta nova tecnologia como “um cérebro digital que permite aos sistemas pensarem, decidirem e anteciparem-se, imprimindo velocidade à execução das operações. Desenvolvemos uma solução que não responde apenas aos desafios atuais, mas que também se antecipa aos desafios futuros, com uma visão centrada na inteligência como motor de transformação. A sua capacidade de aprender, adaptar-se e operar autonomamente, em tempo real, torna esta ferramenta essencial para a nova era dos sistemas críticos”.
A IndraMind baseia-se em mais de duas décadas de experiência e conhecimento do grupo nas áreas de cibersegurança, ciberdefesa, guerra eletrónica, inteligência artificial, plataformas autónomas (drones e anti-drones), gestão massiva de dados e sistemas de comando e controlo.
Soberania tecnológica e resposta inteligente para a segurança crítica
O atual contexto internacional é marcado pela incerteza e pela aceleração das ameaças híbridas. A segurança nacional já não se limita às fronteiras físicas - hoje, um ataque pode envolver simultaneamente o ciberespaço, as infraestruturas críticas e os serviços públicos, esbatendo as linhas entre a segurança civil e a defesa militar.
A IndraMind surge como uma resposta estratégica para reforçar a proteção de ativos essenciais e dos cidadãos, contribuindo para consolidar a soberania tecnológica europeia, em linha com os programas de modernização apoiados pelos fundos europeus e pelas políticas nacionais de segurança e defesa.
A oferta enriquecida de cibersegurança, garante que todo o sistema e as comunicações entre os diferentes elementos sejam capazes de resistir, adaptar-se e recuperar-se diante de incidentes, garantindo a continuidade operacional.
Capacidades que permitem responder a situações no domínio civil e militar
“Falamos da aplicação de toda a tecnologia que desenvolvemos na Indra Group a dominios como a vigilância de fronteiras, a gestão de emergências como incêndios florestais, terramotos, episódios de chuvas extremas, cheias e inundações ou a proteção de infraestruturas críticas perante ataques físicos e digitais. Quando falamos de soberania tecnológica, referimo-nos, não só, aos dados, mas também aos algoritmos, à IA, ao software e à infraestrutura que a suporta”, explica Vasco Mendes de Almeida.
A velocidade é um fator determinante em missões críticas. Sistemas e agentes inteligentes, como drones e plataformas autónomas, necessitam de atuar de forma coordenada e em tempo real. A IndraMind permite precisamente essa otimização da tomada de decisão e a automação operacional, processando grandes volumes de dados em tempo real para antecipar ameaças e reagir de forma eficaz.
A IndraMind proporciona ainda uma visão operacional comum a todos os organismos envolvidos, melhorando a coordenação entre administrações, serviços de proteção civil, forças de segurança e equipas de intervenção. Esta visão partilhada reduz a fragmentação da informação e acelera a tomada de decisões em cenários onde cada minuto é crítico
No essencial, a IndraMind incorpora os pilares da tecnologia do futuro: soberania, conhecimento, ação e superioridade estratégica, ao serviço da proteção dos cidadãos e da resiliência das nações.
“Num contexto global marcado por ameaças inéditas e por infraestruturas críticas expostas a riscos cada vez mais disruptivos e difíceis de prever, esta plataforma afirma-se como um verdadeiro ‘cérebro cognitivo’, capaz de antecipar e responder de forma mais célere a cenários complexos. Trata-se de uma nova capacidade estratégica, criada para lidar com desafios que já não fazem parte do futuro, mas sim do nosso presente e exigem soluções imediatas", conclui Vasco Mendes de Almeida.